CULTURA E MOBILIZAÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DO I CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESCRITORES E ARTISTAS NEGROS - RAISSA BRESCIA DOS REIS E TACIANA ALMEIDA GARRIDO DE RESENDE (ORG.)

Em 1956, houve em Paris um encontro de escritores e artistas que marcaria profundamente a memória dos intelectuais que lá estiveram. Esse encontro mobilizou a atenção dos governos e, sobretudo, representou um momento fundamental na trajetória das discussões sobre a condição colonial. Foi marcado pela presença de pensadores das colônias e ex-colônias francesas na África e na América, e por uma delegação de intelectuais estadunidenses. Fundadores e herdeiros da primeira geração do Négritude (O movimento da Négritude, desenvolvido entre estudantes antilhanos e africanos em estadia em Paris no entreguerras, , tinha como principal pauta a positivação da identidade negra mobilizada por poetas, escritores e estudantes de Letras...) esses intelectuais tinham como referência as produções da década de 1930, a proclamação e a prescrição de uma identidade coletiva informada por conceitos de cultura negro-africana. 

Em novembro de 2015, com o apoio do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, a equipe organizadora do seminário I Congresso de Escritores e Artistas Negros: sessenta anos depois, propôs um espaço de balanço e novas discussões a respeito desse histórico encontro.

As reflexões dali decorrentes estão reunidas neste livro, que temos o prazer de compartilhar agora com você, leitor. 

Boa Leitura!

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